fim de semana com billie the beagle




























croissant com canela


The ingredients.
for the détrempe
300 g strong flour
200 g plain flour
80 g caster sugar
12 g instant yeast
10 g milk powder
10 g sea salt
125 g cold water
45 g butter
, melted and cooled down
for the butter
300 g unsalted butter, at room temperature
2 tbsp ground cinnamon
for the glaze
200 g icing sugar
boiling water
seeds from one vanilla pod


Para a receita completa acesse: http://www.likeastrawberrymilk.com

by fanny



For the crumble:
225g plain flour
115g butter (cold)
90g caster sugar
1 pinch salt

For the filling:
4 apples
2 table spoons butter
2 table spoons sugar
1 vanilla bean or vanilla sugar
ground cinnamon

Pre-heat the oven at 200.C

Mix the flour, the sugar and the salt. Add the cold butter (cut in chunks) and mix everything with your hands until it looks like bread crumbs. This will be the topping, so set it aside for now.

The basic idea for the filling is to caramelize the fruit slightly. Melt the butter in a large frying pan over medium heat. Add the fruit (pealed and cut into chunks) to the pan and sprinkle with 1 tablespoon sugar. Sauté the apples, stirring frequently, for about 6 minutes. Sprinkle the rest of the sugar, the cinnamon and the seeds of a vanilla bean (or a 2 tea spoons of vanilla sugar) over the apples, toss the mixture gently and let it cook  for another 2 minutes. 

Put the filling on an oven proof dish (I used 3 small bowls because I did a smaller portion) and sprinkle the crumble topping over it. You don't want to make the top layer too thick or it will be difficult to spoon through it! And it's a good idea to leave some open spaces on the sides to let the caramel bubble up.

Bake in the pre-heated oven for 25 to 30 minutes or until the top is golden.

Serve warm with ice-cream, whipped cream or crème-fraîche.

Notes: 
Instead of apples you can use pears...or even both.






fim de semana










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Masha Sardari

o amor de manu


Não, não foi e ainda não é 100% fácil se despir de algo que você acreditou a vida inteira, mesmo que por falta de opção. E, como já disse antes, começar a prática desse processo dentro do casamento é ainda mais complicado do que dentro de qualquer outro tipo relação. Mas é também a mais intensa, a mais profunda, a mais bonita, a mais real e talvez a mais necessária.
Foi foda entender toda a imensidão do desapego, descobrir que ele anda de mãos dadas com a confiança no amor que se constrói diariamente, sacar que a felicidade do outro não mora única e exclusivamente em você e na relação que vocês têm, e nem a sua! Foi uma paulada na orelha deixar o outro ir, se permitir ir também sem se deixar vencer pelo medo de ninguém voltar. Foi dolorosamente libertador entender que, se você realmente ama alguém, você respeita a liberdade desse espírito e ama tudo o que o faz feliz, mesmo que não seja ou não venha de você. E tudo fica mais claro ainda quando você tira o seu umbigo do centro do mundo e entende que o egoísmo é carro sem freio em ladeira abaixo. Libertar o outro só é genuíno quando você se permite essa liberdade também, a coisa só funciona quando é boa para ambas as partes. Confesso que, sem o suporte do Hugo e a certeza do seu amor sem medida, as coisas teriam outro tom.
O ciúmes, o apego, a fidelidade prometida, o medo, a insegurança, o contrato, tudo isso esconde a pureza do amor e o condena a uma vida leviana. Não é justo que sejamos esse sentimento opacoh quando ele deveria ser o brilho que conduz toda nossa existência.
Passado esse primeiro momento de nos despir da sujeira acumulada por anos nas paredes do nosso coração, é hora de deslizar na suavidade desse amor livre, genuíno e verdadeiro. Um processo lindo de ser a verdade que buscamos nos outros, a verdade que queremos mostrar aos nossos filhos como a opção que nunca tivemos. Amar sem arestas é como multiplicar por mil a grandeza desse sentimento universal. É bonito por demais ver a coisa se alastrando, ver as energias comuns se atraindo, seu ciclo de amigos crescendo de gente aberta às aventuras do mundo.
Hoje somos infinitamente mais felizes que antes, somos mais completos um no outro e nos pertencemos com a força do vento que corre solto. A liberdade é a maior prova de amor que qualquer relação pode ter, a consciência do amor genuíno é indescritivelmente libertadora. É fato que ainda nos esbarramos em algumas esquinas, percebemos tropeços, nos permitimos conversas e insatisfações. Nenhum processo é tão simples que se resolva em pequenos passos do ponteiro. Ainda estamos caminhando, ainda estamos nos construindo como espíritos inteiramente conectados à força maior do universo, o amor.
Sentimos que nos conhecemos mais como homem, mulher e parceiros que somos. Estamos tão próximos que nos vemos dentro, sempre de olho na distância leve dos respiros individuais. Respeitamos mais nossos desejos que pulam vivos do peito direto pra boca, sem nenhum receio de mágoas ou proibições. Vivemos e nos entregamos por inteiro, dormimos e acordamos um nos braços do outro sempre certos de que assim será pelo tempo infinito que durar, e que será sempre puro feito água da nascente. Oferecemos ao nosso amor tickets de viagem para destinos desconhecidos e, toda vez que ele volta, chega maior e mais bonito, volta mais forte e certeiro.
Sem a mínima intenção de catequizar o amor livre, deixamos aqui nossa experiência pessoal na intenção de levarmos esse questionamento pra frente. Sim, o amor precisa ser uma pergunta, acima de tudo. Como, quando, onde, por quem, por que, de que forma, mais, menos, leve, pesado, verdadeiro ou não. Permitir o questionamento é caminhar rumo à transformação, principalmente quando é possível fazê-lo sem o peso do julgamento precipitado.
Então, que possamos amar mais, que sejamos a mais pura essência desse amor, que sejamos mais a verdade que esperamos do mundo, que consigamos nos transformar em espíritos mais evoluídos e amáveis, que sejamos valentes para nos despir das terríveis amarras impostas, que possamos respeitar mais a liberdade de ser.
Ninguém é amor pela metade e ninguém é livre sozinho!

Sejamos!

parte de "amor livre", texto vivido e escrito por manu. blog: notas de uma escolha





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